Na terça-feira (28), Dilma Rousseff começou sua gestão como presidente do New Development Bank (NDB), também conhecido como Banco dos Brics, sediado em Xangai, na China. Ela foi indicada pelo governo brasileiro para assumir o cargo, substituindo Marcos Troyjo, que renunciou antes do término do mandato rotativo do Brasil na instituição.
Embora a cerimônia formal de posse tenha sido adiada devido ao atraso na viagem do presidente Lula à China, a nova gestora já iniciou suas atividades no NDB. O perfil oficial do banco no Twitter divulgou a chegada de Dilma.
Criado em dezembro de 2014, o NDB atualmente tem cerca de US$ 32 bilhões em projetos aprovados, com cerca de US$ 4 bilhões destinados ao Brasil, principalmente em projetos rodoviários e portuários. Em 2021, o banco cresceu, com a adesão de Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.
De acordo com a Agência Brasil, Dilma terá a oportunidade de aumentar a presença internacional da instituição, mas enfrentará dois desafios importantes: impulsionar projetos relacionados ao meio ambiente e contornar o impacto geopolítico das sanções ocidentais contra a Rússia, que é um dos membros fundadores do NDB.