No dia 1º de fevereiro, a Câmara dos Deputados elegerá um novo presidente para comandar o colegiado pelos próximos dois anos.
Com a perda da presidência, Arthur Lira (PP-AL) retorna à chamada “planície” parlamentar – expressão que designa os deputados que não ocupam assentos na mesa diretora, instalada no centro do plenário. Quem integra a mesa desfruta de visão privilegiada de todo o plenário; por isso, quem permanece fora dela fica “na planície” e, com isso, perde acesso direto ao comando das sessões.
Para medir o impacto desse rebaixamento na trajetória política, o g1 procurou oito ex-presidentes da Câmara. Cinco aceitaram responder a um mesmo conjunto de perguntas sobre o significado de deixar a presidência; João Paulo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Rodrigo Maia, porém, não concederam entrevistas.